10 coisas novas para aprender em alguns minutos

Ter um pouco mais de tempo livre pode fazer com que sua mente faça perguntas em que talvez você nunca havia pensado antes. Que tal usar esse tempo para aprender coisas novas? Na postagem “Cursos online gratuitos para fazer e adquirir mais conhecimento durante a quarentena“, falamos sobre absorver conteúdos mais densos e extensos, mas também existe a possibilidade de aprender algo novo e diferente.

Hoje, confira nossa seleção de TED Talks divertidos, instigantes e interessantes, com palestras perfeitas para os momentos de isolamento social em que você quer relaxar e consumir um conteúdo mais leve – sem deixar o conhecimento de lado.

  • Manoush Zomorodi: Como o tédio pode nos levar às ideias mais brilhantes

Às vezes acontece de você ter as ideias mais criativas enquanto está guardando a roupa passada, lavando pratos ou não fazendo nada em especial? É porque, quando seu corpo está no piloto automático, seu cérebro fica ocupado formando novas conexões neurais que conectam ideias e resolve problemas. Aprenda a amar o tédio com a explicação de Manoush Zomorodi sobre a conexão entre divagação e criatividade.


  • Suzanne Simard: Como as árvores conversam entre si

“Uma floresta é muito mais do que vocês veem”, diz a ecologista Suzanne Simard. Seus 30 anos de pesquisa em florestas canadenses levaram a uma descoberta surpreendente – as árvores conversam, frequentemente e ao longo de grandes distâncias. Saiba mais sobre a vida social harmoniosa, mas também complicada, das árvores e prepare-se para ver o mundo natural com novos olhos.


  • Helen Czerski: A fascinante física do dia a dia

A física não acontece somente em laboratórios chiques. Ela acontece quando deixamos uma torrada com manteiga cair da mesa, quando jogamos um punhado de passas numa bebida gasosa ou observamos uma mancha de café secando. Torne-se um convidado muito mais interessante em festas, aprendendo com Helen Czerski diversos conceitos da física que utilizam coisas do dia a dia, que temos na cozinha de casa.


  • Simone Giertz: Por que você deveria fazer coisas inúteis

Nesta palestra alegre e sincera, com demonstrações de suas criações incrivelmente malucas, Simone Giertz compartilha seu ofício: fazer robôs inúteis. As invenções dela, projetadas para picar legumes, cortar cabelo, passar batom e muito mais, raramente (se alguma vez) são bem-sucedidas, e esse é o objetivo. “A verdadeira beleza de fazer coisas inúteis está no reconhecimento de que você nem sempre sabe qual é a melhor resposta”, diz Giertz. “Isso desliga aquela voz na sua cabeça que diz que você sabe exatamente como o mundo funciona. Talvez um capacete com escova de dentes não seja a resposta, mas pelo menos você está fazendo a pergunta.”


  • Julia Galef: Por que você acha que está certo, mesmo quando está errado?

Perspectiva é tudo, especialmente quando se trata de avaliarmos nossas crenças. Será que você é um soldado, disposto a defender seu ponto de vista a todo custo, ou um escoteiro, estimulado pela curiosidade? Julia Galef examina as motivações por trás dessas duas formas de pensar e o modo como elas moldam a maneira pela qual interpretamos informações novas, através de uma lição histórica convincente, que ocorreu na França do século 19. “Quando suas firmes opiniões são postas à prova”, Galef diz, “qual é a coisa pela qual você mais anseia? Por defender suas próprias crenças, ou por ver o mundo da forma mais clara possível?”


  • Tiffany Watt Smith: A história das emoções humanas

As palavras que usamos para descrever nossas emoções afetam como nos sentimos, diz a historiadora Tiffany Watt Smith, e elas sempre mudaram (muitas vezes de forma bastante radical) em resposta a novas expectativas culturais e ideias. Peguem, por exemplo, a nostalgia: primeiramente definida em 1688 como uma doença mortal, hoje é vista como uma aflição bem menos séria. Nesta palestra fascinante sobre a história das emoções, saiba mais como a linguagem que usamos para descrever como nos sentimos continua a evoluir, e escolha algumas palavras novas usadas em outras culturas para capturar esses sentimentos fugazes em palavras.


  • Amit Sood: Todas as obras de arte que você sempre quis ver: de perto e acessíveis

Como seria um Big Bang cultural? Para Amit Sood, diretor do “Cultural Institute and Art Project” do Google, é uma plataforma on-line na qual qualquer um pode explorar as maiores coleções de arte e artefatos do mundo, em detalhes vívidos e reais. Junte-se a Sood e ao artista do Google em residência Cyril Diagne numa demonstração arrebatadora de experimentos do Instituto Cultural, e um olhar animador no futuro da acessibilidade às artes e à cultura.


  • Camilla Arndal Andersen: O que acontece no cérebro quando saboreamos alimentos

Com uma pesquisa fascinante e piadas divertidas, a neurologista Camilla Arndal Andersen nos leva ao laboratório onde ela estuda o sentido das pessoas por meio de tomografias. Ela revela ideias surpreendentes sobre como o cérebro saboreia alimentos de modo subconsciente e mostra como essa informação pode nos ajudar a nos alimentarmos de maneira mais saudável sem sacrificar o sabor.


  • Lera Boroditsky: Como a linguagem modela nossa forma de pensar

Há aproximadamente 7 mil idiomas falados em todo o mundo, e todos eles têm diferentes sons, vocabulários e estruturas. Mas eles modelam a maneira como nós pensamos? A cientista cognitiva Lera Boroditsky compartilha exemplos de idiomas, de uma comunidade aborígena da Austrália, que usa pontos cardeais em vez das palavras “esquerda” e “direita”, às diversas palavras para “azul” em russo, que sugere que a resposta seja um sonoro sim. “A beleza da diversidade linguística revela para nós a engenhosidade e a flexibilidade da mente humana”, diz Lera. “A mente humana não inventou um universo cognitivo, mas 7 mil”.


  • Jia Jiang: O que aprendi com 100 dias de rejeição

Jia Jiang aventura-se corajosamente em um território que muitos de nós tememos: rejeição. Buscando rejeição por 100 dias – desde pedir US$ 100 emprestados a um estranho, até solicitar um “refil de hambúrguer” em um restaurante – Jiang dessensibilizou-se da dor e da vergonha que a rejeição costuma trazer e, no processo, descobriu que simplesmente perguntar por aquilo que queremos pode gerar possibilidades onde não esperamos encontrar saída.

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Créditos: Imagem Destaque – Mallmo / Shutterstock

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