Projeto de lei é aprovado e incentivará energia renovável

Você sabia que os mísseis alemães V-2 usavam como combustível álcool feito de batatas? Estamos falando de 1942, período da Segunda Guerra Mundial. No entanto, no Brasil, o etanol já era combustível desde 1925. Infelizmente a queda nos preços do petróleo fizeram o etanol brasileiro não ir pra frente.

Deixando discussões políticas de lado, em 1970, o Brasil criou o programa Pró-Álcool. Na época, montadoras como Volkswagen, Ford, GM e Fiat, adaptaram seus carros para receber o etanol como combustível. Isso fez com que o país saísse na vanguarda das energias renováveis.

Mas parece que desde então, decidimos adotar uma política de câmera lenta. Pesquisar fontes alternativas de energia é um processo lento e caro (basta você fazer o orçamento de energia solar para a sua casa e entenderá o que estou falando). Além disso, exploramos muito pouco um dos nossos recursos naturais mais abundantes, o sol. Mas isso pode mudar, se depender do Projeto de Lei do Senado (PLS) 696/2015.

A PLS 696, aprovada no começo de dezembro, altera a lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000, tornando obrigatório o uso de recursos de empresas do setor elétrico e petróleo em pesquisas e desenvolvimentos de fontes alternativas de energia. Em resumo, empresas do setor elétrico/petróleo são obrigadas a pesquisarem alternativas mais sustentáveis, como energia solar ou biomassa, por exemplo.

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