Worm Skyscraper: uma pequena grande solução para a poluição plástica?

“Worm Skyscraper” é um projeto do arquiteto Yong Ju Lee, que explora uma solução ecologicamente correta para a poluição causada pelo plástico. O poliestireno expandido – também conhecido pela marca “Isopor” – não é biodegradável, o que significa que, quando descartado incorretamente, esse produto pode ficar na natureza para sempre; e, como resultado, causar danos ao meio ambiente.

Worm Skyscraper: uma pequena grande solução para a poluição plástica?

E se esse material sintético pudesse ser decomposto por uma simples larva-da-farinha?

A larva-da-farinha é o estado larval do tenebrio molitor (um besouro). Elas são usadas ​​como uma fonte de alimento de alta proteína para animais de estimação, como répteis e pássaros. Em 2015, pesquisadores da Universidade de Stanford (Califórnia, Estados Unidos) descobriram que essas larvas minúsculas podem comer e digerir poliestireno com segurança. Diante deste estudo, o arquiteto Yong Ju Lee alimentou larvas-da-ferinha com placas de isopor e usou as partes restantes para criar o “Worm Skyscraper”.

Yong Ju Lee gravou as larvas comendo isopor durante um dia inteiro, com o objetivo de mostrar essa como uma possível solução para a crescente preocupação ambiental que é a poluição do plástico. Por incrível que pareça, esse material feito pelo homem também pode ser devolvido à natureza, através do intestino desta minúscula criatura.

Agora, a questão importante que fica é: Como isso poderia ser reproduzido em grande escala? Teria a natureza tantas larvas-da-farinha para lidar com a proporção monstruosa da poluição do plástico no planeta? É um desafio interessante e, ao mesmo tempo, gigantesco para um ser tão pequeno.

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