Coleção Contaí: e-books ensinam sobre consumo consciente e educação financeira para jovens

Coleção Contaí: e-books ensinam sobre consumo consciente e educação financeira para jovens

Recentemente, a série de livros Di.Ca – Diário do Cauã, teve duas novas edições disponibilizadas: “O Consumo” e “A Mesada” são o segundo e terceiros livros da Coleção Contaí. Com o tema Educação Financeira, a coleção aborda diversos pontos sobre a importância do consumo consciente entre crianças e adolescentes. Lançado em agosto deste ano, pela DMCard, o projeto reúne seis e-books gratuitos, e tem o objetivo de difundir o tema, incentivando a leitura e mostrando que é possível manter uma relação saudável com o dinheiro.

A Coleção Contaí retrata a “cara” de uma família tipicamente brasileira por suas características de esforço, batalha e alegria. Protagonista da história, Cauã narra ao longo da coleção o seu desejo por um celular de última geração e todo o percurso que fará para conquistar o seu objetivo – a começar com a participação em um concurso municipal sobre Educação Financeira.

“Crianças e adolescentes serão os adultos de amanhã. Então é fundamental receberem orientação sobre educação financeira e o consumo consciente desde cedo. Seja para evitar gastos desnecessários, aprender a poupar para projetos de vida ou mesmo se preocuparem com a preservação sustentável do meio ambiente e com uma sociedade mais igualitária. Esse é o grande legado que devemos deixar para eles”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Os títulos foram escritos por Stefânia Andrade e ilustrados por Ana Baccaro; e, por enquanto, três dos seis livros estão disponíveis para download no site oficial do projeto.

Segundo Stefânia, o segundo livro traz um tema de extrema importância entre os jovens: consumo consciente. “O segundo livro aborda, por exemplo, assuntos como compras, necessidades, escolhas, minimalismo, desigualdade social e acesso ao consumo, e o terceiro mesada, administração financeira, poupança e as regras para o recebimento de dinheiro em casa, são os temas da vez”, diz. Em 2020, o Ministério da Educação (MEC) tornou obrigatório o ensino de educação financeira nas escolas. Desde então, as instituições de ensino devem atender às novas diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Para a ilustradora Ana Baccaro, leitores também verão novidades nas páginas do livro. “Cauã está perdendo a vergonha de se soltar tanto na escrita quanto no desenho. Com o passar do tempo e com a prática, ele conseguirá melhora ainda mais”, comenta.

Aos professores foi disponibilizado também gratuitamente um material pedagógico com informações sobre educação financeira com sugestões de uso do primeiro livro em sala de aula. E, aos pais, há um livro de atividades com os personagens da série, basta fazer download, imprimir e dar para a garotada se divertir.

A vida financeira dos brasileiros em números

Segundo o Banco Mundial, apenas 3,64% da população economiza pensando no futuro. Os índices mais baixos do mundo são formados pela média na América Latina, de 10,6%; enquanto outros países emergentes, como México (20,85%), África do Sul (15,93%) e Rússia (14,56%), apresentam números melhores. Para se ter uma ideia, dados de pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capital (ANBIMA) em 2017, cerca de 75% da população nacional não fez nenhum tipo de aplicação financeira.

Um estudo recente mostra a gravidade do problema. Apenas 35% dos brasileiros conseguiram responder com propriedade às questões da pesquisa S&P Ratings Services Global Financial Literacy Survey (Pesquisa Global de Educação Financeira da divisão de ratings e pesquisas da Standard & Poor’s), que mediu o grau de educação financeira em 140 países com base em mais de 150 mil entrevistas. O Brasil ficou apenas na 74ª posição no ranking global.

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