Tendências inovadoras para 2018: Acertamos ou erramos nas previsões?

Todos prontos para 2019? O ano começou e, como de costume, trazemos as nossas previsões para os próximos 12 meses. No entanto, desta vez decidi mudar um pouco o processo. A edição deste ano será dividida em duas partes, na primeira (texto abaixo), faremos uma revisão das tendências de 2018. O que “vingou”? O que ficou para 2019? Afinal, tenho como filosofia que só podemos prever o futuro, se olharmos para o passado.

Seguindo o modelo da Induct, que divide as tendências em 3 categorias: Tendências maduras (hoje e nos próximos meses), Tendências de Diferenciação (com crescimento em 2018 e 2019) e Tendências de Exploração (para os próximos 5 a 10 anos), analisemos as previsões para 2018. Confira!

Nota do editor: Essa análise se faz necessária como uma introdução para as nossas previsões deste novo ano. Caso queira pular diretamente para o texto “10 tendências e tecnologias inovadoras para 2019”, clique aqui e leia Parte 1 e Parte 2.

Bots e Inteligência Artificial: Os bots invadiram as eleições presidenciais e foram tema de discussão em números âmbitos. Já a inteligência artificial invadiu o universo dos automóveis, hotéis e meio ambiente. Caso tenha perdido algo neste tema, sugiro que leia nossos textos:

Transportes: Como previsto, o trem movido a hidrogênio iniciou as suas operações na Alemanha e Elon Musk agitou o mercado dos carros elétricos e avançou nas pesquisas do Hyperloop, além de inaugurar o primeiro túnel da Boring Company em Los Angeles, sistema que promete fazer os carros viajarem a 240 km/h e amenizar o trânsito.

IoT e wearables: O universo dos IoT invadiram as casas brasileiras. Impulsionado pela onda maker, vimos soluções saírem do papel e virarem realidade (principalmente para ajudar pessoas com algum tipo de deficiência). Já os wearables ainda engatinham, mas vimos empresas multinacionais criarem boas soluções e protótipos. Caso tenha perdido algo neste tema, sugiro que leia nossos textos:

Algoritmos: Os algoritmos criaram bolhas, principalmente quando o assunto foi redes sociais e política. Vimos o escândalo da Cambridge Analytica explodir e levantar grandes questionamento sobre os dados que compartilhamos e como ele é processado por grandes empresas do setor de tecnologia.

Economia Ética: No texto de 2018, cravamos “As marcas já não podem ficar ‘em cima do muro.’” Ainda completamos “arrisco em dizer que com eleições hiperpolarizadas vão impulsionar esse ponto em 2018.” Não deu outra! Vimos muitas marcas se posicionando e outras sendo cobradas pelo seu público. A cantora Anitta foi um bom case neste âmbito. Com uma grande base de fãs formada pelo público LGBTQ+, Anitta foi cobrada por um posicionamento nas eleições. Caso tenha perdido a discussão, sugiro que leia o texto da Vice:

A onda “low-carbon”: Impulsionada pelos carros elétricos e as energias renováveis, a onda “low-carbon” ainda não atingiu seu pico, mas vimos bastante movimento neste cenário em 2018. No Piauí, por exemplo, vimos a inauguração do Parque Solar Nova Olinda, da Enel Green Power Brasil. Aliás, a gigante italiana é a mesma que adquiriu a Eletropaulo (empresa de distribuição de energia elétrica de São Paulo), num negócio de R$ 5,5 bilhões. Vale a pena ver o texto da Globo.com:

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