Como vivem as pessoas nos países mais felizes do mundo?

Nós, seres humanos, somos completamente diferentes uns dos outros. Mas se formos fazer uma lista das poucas coisas que todos nós temos um comum certamente uma delas será o fato de que nós queremos ser felizes. Ainda assim, todos nós temos definições diferentes daquilo que acreditamos que nos trará alegria, mas, ao redor do mundo, há pessoas que podem ter uma ideia melhor a respeito disso.

De acordo com o Relatório Mundial da Felicidade 2018, divulgado pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, Finlândia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Suíça, Holanda, Canadá, Nova Zelândia, Suécia e Austrália são os 10 países mais felizes do mundo (o Brasil ficou em 28°).

Mesmo que todos tenhamos origens diferentes e interesses diferentes, quando se trata de felicidade, podem existir alguns fatores comuns que contribuem para que ela seja alcançada, incluindo conexões sociais, saúde e atitudes em relação à vida. Há uma série de hábitos que pessoas que vivem nos países mais felizes do mundo têm em comum. E é sobre isso que vamos falar hoje.


Clique aqui para ler e baixar o Relatório Mundial da Felicidade 2018 completo.


Hoje, você vai conhecer os cinco hábitos presentes nas vidas das pessoas que vivem nos países mais felizes do mundo. Não há dúvidas de que esses hábitos podem, sim, ser considerados privilégios. Mas, se sua rotina permite a inclusão de alguns desses itens (ou até mesmo todos eles), considere colocar isso em prática. Talvez você não viva em um dos 10 países mais felizes do mundo, mas certamente adotar novos hábitos pode ser um importante passo para melhorar a sua vida e, consequentemente, a vida das pessoas ao seu redor.

1. Elas tiram férias

O trabalho é importante para o bem estar das pessoas, mas, em países felizes, as pessoas também priorizam o tempo livre. Nos países nórdicos, por exemplo, espera-se que os trabalhadores usem suas férias, e elas são oferecidas durante várias semanas a cada ano. Estas férias permitem que as pessoas passem mais tempo de qualidade com a família, saiam da rotina diária para se reconectar com hobbies e interesses, e encorajam as pessoas a viver uma vida consistente com outros valores além do trabalho.

2. Elas vão para o trabalho a pé ou pedalando

Nos países mais felizes, as pessoas tendem a ser ativas sem olhar para o exercício físico como uma tarefa, mas sim como algo que faz parte de sua rotina naturalmente. Nesses países, é comum que as pessoas andem ou pedalem até o trabalho, no lugar de dirigir. A prática de exercícios possui muitos benefícios, incluindo a redução dos sintomas de depressão e ansiedade, mesmo quando não combinados com terapia ou medicamentos psiquiátricos.

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3. Elas equilibram a vida pessoal e o trabalho

As pessoas em países felizes também reservam tempo para seus hobbies. Na idade adulta, muitas pessoas relatam que a maioria das atividades que elas gostavam de fazer quando jovens adultos (um esporte ou qualquer outra atividade fora do trabalho) são apenas uma lembrança. Talvez seja preciso muito esforço para organizar uma rotina equilibrada, mas isso é essencial para o nosso bem estar. Use seu tempo livre a seu favor, faça coisas que te deixam mais feliz – seja isso sair com os amigos e a família, passar o fim de semana inteiro maratonando seu seriado favorito ou trabalhar em um projeto pessoal importante.

4. Elas passam o tempo com amigos e familiares

Em muitos desses países, o tempo gasto com outras pessoas é priorizado, seja sentado e descansando em um café ou compartilhando refeições com a família. Às vezes, nossa conexão com os amigos é pode ficar limitada a mensagens de texto e mídias sociais. Nos países mais felizes do mundo, visitar amigos em suas casas para jantar ou beber é algo comum. É o contato cara a cara e a conexão que enriquece as pessoas.

5. Elas confiam nas outras pessoas

Relacionamentos são importantes para a felicidade, e a maioria das pessoas que vivem nos países mais felizes do mundo relatam acreditar que as outras pessoas são confiáveis. Acreditar na bondade e na confiabilidade das pessoas reforça as relações sociais e pode, inclusive, ser uma razão pela qual o apoio social também é alto nesses países. E, curiosamente, o alto apoio social visto nesses países foi considerado um fator de proteção contra condições relacionadas à saúde mental, como transtorno de estresse pós-traumático e depressão.

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