Afrofuturismo é um movimento cultural que imagina futuros com pessoas negras no centro. Ele aparece em livros, filmes, música e artes visuais, misturando tecnologia, ancestralidade e experiências da diáspora para criar novos mundos e novas possibilidades.
Quem está no centro? Pessoas negras como protagonistas, cientistas, líderes e criadoras do mundo. De onde vem a força? Ancestralidade, memória e cultura não são cenário: guiam escolhas e sentidos. Como é o “futuro”? Tecnologia e estética aparecem com identidade negra, sem apagar raízes.
Lu Ain-Zaila mistura ciência e espiritualidade.
Fábio Kabral cria sociedades futuristas guiadas por mitologias africanas.
Ale Santos reconta mitos com linguagem atual e envolvente.
"Pantera Negra" (filme) mostra Wakanda, uma nação africana nunca colonizada, onde tecnologia avançada convive com tradição e identidade. "The Last Angel of History" (documentário-ensaio) mistura ficção científica, arquivos e música negra para pensar diáspora e futuro. "Iwájú" (animação/série) imagina uma Lagos futurista, com foco no cotidiano e nas tensões sociais, a partir de um olhar africano contemporâneo.