Quando falamos em acessibilidade, é comum pensar em rampas, elevadores ou legendas. Mas o comportamento das pessoas também pode criar barreiras.
Siga para entender.
Acessibilidade atitudinal consiste em combater comportamentos que dificultam a participação e a autonomia de pessoas com deficiência. Isso inclui preconceitos, estereótipos, infantilização e a ideia de que alguém é menos capaz por ter uma deficiência.
Pode acontecer quando alguém:
fala com o acompanhante em vez de falar diretamente com a pessoa; oferece ajuda sem perguntar se ela precisa; pressupõe que determinada atividade é impossível para ela; trata um adulto com deficiência como criança.
Nem toda barreira é física ou visível.
Um bom começo é não presumir o que a outra pessoa consegue, precisa ou prefere. Pergunte antes de ajudar, fale diretamente com ela, respeite sua autonomia e adapte a interação quando houver necessidade. Acessibilidade também passa pela forma como nos relacionamos.