União, estados e municípios têm responsabilidades diferentes. Alguns problemas também dependem de mais de um nível de governo. Por isso, uma promessa só faz sentido quando combina com as atribuições do cargo em disputa.
Mesmo quando o assunto faz parte das atribuições daquele cargo, a decisão pode depender de outras instituições. Pode exigir uma lei, votação no Legislativo ou participação de outros governos. Ter responsabilidade não significa decidir sozinho.
Criar ou ampliar um serviço pode exigir profissionais, espaços, equipamentos e dinheiro para mantê-lo funcionando. Uma proposta mais completa também precisa indicar de onde virão os recursos para sustentar essa mudança.
“Criar 500 mil vagas” é uma meta. Mas onde? Quem executa? Em quanto tempo? Com qual estrutura? A meta diz aonde se quer chegar. O plano mostra como chegar lá.
Cumprir uma meta não significa, necessariamente, resolver o problema. Também é preciso observar o que mudou depois da implementação e quais resultados serão acompanhados.
Essas cinco perguntas ajudam a enxergar o caminho entre uma promessa e a mudança que ela pretende gerar.