Numa cidade de 15 minutos, moradia e serviços do dia a dia ficam mais próximos uns dos outros. A ideia é que escola, mercado, saúde, comércio e lazer possam ser acessados em cerca de 15 minutos a pé ou de bicicleta.
Isso muda a lógica dos deslocamentos. Se parte da rotina pode acontecer perto de casa, nem toda tarefa precisa começar com uma viagem longa de carro, ônibus ou metrô. Menos distância pode significar mais tempo disponível no dia.
Os 15 minutos não são uma fronteira. Você pode estudar, trabalhar ou passear do outro lado da cidade. A proposta é outra: não precisar atravessá-la toda vez que precisa resolver algo básico.
• preço; • calçadas ruins; • falta de acessibilidade; • insegurança; • qualidade insuficiente.
Só que proximidade não basta. Um serviço pode estar perto e ainda ser difícil de acessar por causa de:
Uma cidade de 15 minutos também precisa funcionar para pessoas diferentes.
Combater a fome envolve também renda, acesso, políticas públicas, infraestrutura e sistemas alimentares capazes de conectar produção e consumo.