dr.consulta aposta em robô de telepresença para apoio de especialistas no atendimento a pacientes

Na última semana, o Conselho Federal de Medicina publicou uma resolução de 12 páginas para regular a telemedicina, ou seja, autorizar o uso de recursos tecnológicos para facilitar e diminuir distâncias entre médicos e paciente. O dr.consulta, rede de centros médicos focada em gestão de saúde inteligente, trabalha com um robô de telepresença em seu Centro de Pesquisa e Inovação desde julho do ano passado e colhe bons frutos com esse recurso.

Além do robô à disposição para auxiliar no melhor atendimento ao paciente, o centro de pesquisa tem um modelo diferenciado de atendimento. O paciente é protagonista da sua consulta e todos os recursos são voltados para que ele se sinta acolhido e próximo ao seu médico. Por isso, os pacientes contam com o apoio de Maria Bonita, o robô responsável por fazer essa conexão entre quem está sendo atendido e outros especialistas de referência da rede. Assim, ele terá à disposição dois profissionais de saúde para atendê-lo ao mesmo tempo.

“O fluxo de atendimento é diferente e foi pensado para que o paciente tenha autonomia e aproveite ao máximo o tempo com o seu médico”, explica dra. Tatiana Hirakawa, diretora de Pesquisa e Inovação do dr.consulta. Após chegar na unidade e realizar o self check-in na recepção, o paciente é encaminhado à pré-consulta inteligente, com auxílio de uma balança eletrônica multifuncional. O equipamento afere pressão, frequência cardíaca, peso, altura e IMC e está conectado ao sistema de dados integrado, desenvolvido pelo dr.consulta. As informações coletadas pela balança são cadastradas automaticamente e o médico tem acesso imediato.

Cada paciente do dr.consulta possui um prontuário eletrônico integrado que armazena todo seu histórico de saúde, resultados de exames diagnósticos, medicações prescritas e tratamentos recomendados.

Após a pré-consulta, o paciente é orientado a ir para a sala de atendimento. Seguindo o conceito de deixar cada vez mais humano a relação entre profissional e paciente, não há cadeiras, nem mesas e os consultórios são equipados com sofás e poltronas para aproximar o médico da pessoa que está sendo atendida. As salas têm estrutura para a realização de coleta de sangue e de eventuais exames necessários. Os médicos trabalham com um tablet, por onde têm acesso ao prontuário eletrônico do paciente e todas as informações da pesquisa que está sendo realizada.

“Pensamos em um modelo de atendimento em que o paciente é o dono do consultório. Ele não precisa ficar se locomovendo pelo centro médico, a equipe de saúde vai até ele e trabalha ao seu redor”, explica dra. Hirakawa.

A rede busca soluções para melhorar a qualidade de vida das pessoas e transformar o cuidado com a saúde no mundo desde sua inauguração. Em 2016, expandiu suas atividades e, além de oferecer serviços de saúde de qualidade, também se dedica à área de estudos clínicos mundiais.

De acordo com Thomaz Srougi, CEO do dr.consulta, o principal objetivo de participar desses estudos é trazer para o Brasil o que existe de mais moderno em tratamento e diagnóstico no mundo. “Somos comprometidos em disponibilizar as melhores soluções aos pacientes. Além de oferecer atendimento humanizado, acessível e resolutivo, investir em inovação, em tecnologia e contribuir com o avanço da medicina está em nosso DNA.”

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