Da cultura da humilhação ao mandarim: 3 vídeos para você começar a semana

No texto de hoje o InovaSocial reúne três vídeos que tem como centro a forma como nos comunicamos. Seja para acabar com a reputação de uma pessoa ou unificar mais um bilhão de pessoas, a comunicação pode ser usada para o bem ou para o mal. Dê o play e vamos refletir.

Se você é ativo nas redes sociais (entenda-se por Facebook), você já deve ter conhecido Fabi Grossi. Não, ela não é nenhuma guru de comunicação ou do empreendedorismo. Ela é um robô, um bot. Fabi é uma personagem de ficção do projeto Caretas, que usa o chat do Facebook para desenvolver uma história envolvente – até certo ponto – assustadora. O Caretas é parte de um projeto da Unicef que visa debater e conscientizar a sociedade sobre as consequências do compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento, também conhecido como “porn revenge” (em tradução livre, “pornô de vingança”). Se você ainda não conhece a senhorita Grossi, convido a participar desta experiência imersiva e sugiro que envie um “olá” para esta garota.

Se você já conhece o projeto Caretas, quero apresentar uma outra “personagem”. Essa muito mais real e offline, mas conhecida por grande parte da sociedade. Monica Lewinsky foi, nas palavras dela, “a paciente zero” de uma cultura da humilhação. Em um período em que as redes sociais eram apenas um projeto, Lewinsky viu sua reputação pessoal sumir instantaneamente, numa escala global.

Se você quer algo mais leve, sugiro que dê play no TED do comediante Chuck Nice sobre como estamos nos relacionando com a tecnologia. “Uma análise engraçada das consequências impensadas da tecnologia” é um tapa na cara para quem passa horas no smartphone.

Agora, se o seu objetivo é aprender algo novo, que tal aprender chinês (mandarim)? O mandarim é um idioma pensado para escala e negócios. No entanto, ele tinha tudo para dar errado. Começando pelo fato de ser usado para unificar a comunicação de mais de 1 bilhão de pessoas que falavam centenas de dialetos diferentes e/ou por se tratar de um conjunto de 80 mil caracteres, ou ideogramas. Difícil, não?

Segundo ShaoLan, um chinês de 8 anos sabe, em média, 200 hanzis (ideogramas). Usando o sistema Chineasy, você aprende em alguns minutos cerca de 32. Para entender melhor, indico que assista ao TED apresentado pela empresária.

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